Dr. João Emídio Rodrigues, advogado (OAB/SP 372.010), no escritório Rodrigues & Bonaparte, em Campinas, SP
Pensão por morte · Campinas, SP

Advogado para pensão por morte em Campinas para a família do segurado

A pensão por morte é o benefício pago aos dependentes de quem faleceu mantendo a qualidade de segurado. Quem tem direito, por quanto tempo e em que valor depende do vínculo e da idade de cada dependente. Atendimento no Bosque, em Campinas, e on-line para todo o Brasil.

17 anos de atuação Rua Luzitana, 201, sala 06, Bosque Atendimento on-line em todo o Brasil
Situações que chegam ao escritório

Você precisa dar entrada
na pensão da sua família?

São estas as quatro situações que mais aparecem no atendimento de pensão por morte em Campinas.

Familia reunindo documentos apos o falecimento, Campinas

A pessoa faleceu e você não sabe se a família tem direito à pensão.

Pessoa lendo a negativa de pensao por morte, Campinas

O pedido foi negado por falta de prova da união estável.

Familiar conferindo o CNIS do falecido, Campinas

O falecido estava sem contribuir e você não sabe se ainda era segurado.

Pessoa conferindo valor de beneficios acumulados, Campinas

Você já recebe aposentadoria e não sabe se pode acumular com a pensão.

Como funciona

Como um pedido de pensão por morte é preparado

A parte que mais derruba pedido não é a morte em si: é provar a dependência e a qualidade de segurado.

01

Você conta quem era a pessoa e quem depende dela

Vínculo com cada dependente, idade dos filhos, tempo de casamento ou de convivência e como era a rotina financeira da casa. É esse quadro que define quem entra no pedido.

02

Conferência da qualidade de segurado

O CNIS do falecido mostra as contribuições e o período de graça, que é o tempo em que a pessoa continua segurada mesmo sem contribuir. Perder esse ponto é o que mais nega pensão, e às vezes ele se recupera com prova de trabalho não registrado.

03

Reunião da prova de dependência

Filho menor tem dependência presumida. Cônjuge e companheiro precisam demonstrar o vínculo, com certidão, comprovantes de endereço comum, contas conjuntas, plano de saúde, fotos e testemunhas quando o caso pede.

04

Pedido no INSS e acompanhamento até a decisão

O requerimento é protocolado com a documentação organizada, e você acompanha exigências e decisão. Se vier negativa, a conversa é sobre recurso ou ação, conforme o motivo apontado.

Prazo e documentos

Em quanto tempo pedir
e o que levar na primeira conversa

O que faz o tempo variar

Existe um detalhe de prazo que muda o valor recebido: quando o pedido é feito logo após o falecimento, o benefício costuma ser pago desde a data do óbito, dentro do prazo previsto na lei; quando o pedido demora, o pagamento tende a começar na data do requerimento, e o período anterior se perde. Para filho menor a contagem tem regra própria. Já o tempo de análise depende do INSS e das exigências que surgirem, e se o caso for para a Justiça, da vara e do volume daquele momento.

O que levar na primeira conversa

Sobre documento, o essencial é a certidão de óbito, os documentos pessoais de quem vai receber, a certidão de casamento ou a prova da união estável, a certidão de nascimento dos filhos e o extrato do CNIS do falecido. Comprovantes de endereço comum, contas conjuntas e declarações completam quando a união precisa ser demonstrada. Você não precisa ter tudo em mãos para a primeira conversa: se faltar algum, eu digo onde ele é obtido.

Onde atendemos

Onde o escritório atende
famílias em pedido de pensão

Atendimento presencial na Rua Luzitana, 201, sala 06, no Bosque, região central de Campinas, e on-line para todo o Brasil. Segunda a sexta, das 09h00 às 18h00, e sábado até as 14h00, no escritório da Rua Luzitana, 201, sala 06, no Bosque. Quem prefere resolver de casa envia os documentos pelo WhatsApp e conversa por vídeo.

Rodrigues & Bonaparte Advogados

Rua Luzitana, 201, sala 06Bosque, Campinas, SP, CEP 13026-065
Horário de atendimentoSegunda a sexta, 09h00 às 18h00. Sábado, 09h00 às 14h00.
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Atendimento on-lineA inscrição na OAB vale em todo o país, então o escritório atende por vídeo e WhatsApp em qualquer estado.
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Fachada do prédio na Rua Luzitana, 201, no Bosque, em Campinas, onde fica o escritório
Perguntas Frequentes

Dúvidas sobre pensão por morte

Perguntas frequentes de quem precisa dar entrada na pensão ou teve o pedido negado.

Os dependentes do segurado, organizados em classes. Na primeira estão cônjuge, companheiro ou companheira, filhos menores de vinte e um anos e filhos de qualquer idade com deficiência ou inválidos, todos com dependência presumida. Havendo alguém dessa classe, as seguintes ficam de fora. Pais e irmãos vêm depois e precisam comprovar dependência econômica.

Para o direito à pensão, a lei não exige tempo mínimo de contribuição: o que importa é que a pessoa mantivesse a qualidade de segurado quando faleceu. O tempo de contribuição e o tempo de casamento ou de união estável influenciam a duração da pensão do cônjuge, e não o direito em si. Existe uma exceção conhecida, que é a duração reduzida quando há menos de dezoito contribuições ou menos de dois anos de união.

Desde a reforma de 2019, o valor parte de 50% do benefício do falecido, com acréscimo de 10% por dependente, o que faz a família chegar a 100% quando há cinco dependentes. A duração da pensão do cônjuge ou companheiro varia conforme a idade dele na data do óbito, indo de alguns meses até vitalícia para os mais velhos. Filhos recebem até completarem vinte e um anos, ou por prazo indeterminado em caso de deficiência ou invalidez.

Quando há cinco dependentes habilitados, porque a cota base de 50% soma 10% por dependente. Sozinha, a viúva recebe a cota de 50% mais os 10% da própria condição de dependente. Existe ainda a regra específica para dependente inválido ou com deficiência, que assegura patamar diferenciado, e a garantia de que a pensão não fica abaixo do salário mínimo quando é a única renda previdenciária.

O benefício é dividido em cotas iguais entre os dependentes habilitados. Quando um deles perde a condição, por exemplo o filho que completa vinte e um anos, a cota dele é redistribuída entre os demais, sem reduzir o total. O pagamento é mensal, com décimo terceiro, e cessa conforme a regra de duração aplicável a cada dependente.

Dá, mas com redução. Desde a reforma de 2019, quem acumula recebe integralmente o benefício de maior valor e, do segundo, apenas um percentual que diminui por faixas de salário mínimo. Benefícios de regimes diferentes e situações anteriores à reforma seguem regras próprias, por isso vale conferir o caso concreto antes de concluir que não compensa pedir.

Ficou uma dúvida que não está aqui? Chame no WhatsApp e eu respondo.

Outras áreas de atuação

Outras situações previdenciárias
atendidas pelo escritório

Me conte a situação da sua família

Você explica o caso, eu digo quem tem direito e o que o pedido exige. Atendimento presencial em Campinas e on-line para todo o Brasil.

Rua Luzitana, 201, sala 06, Bosque, Campinas, SP. Segunda a sexta, 09h00 às 18h00. Sábado, 09h00 às 14h00. Atendimento on-line para todo o Brasil.

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