Pedir a aposentadoria na hora errada pode travar um valor menor pelo resto da vida. O planejamento compara os cenários possíveis antes do protocolo e mostra o que muda a cada ano de espera. Atendimento no Bosque, em Campinas, e on-line para todo o Brasil.
Planejamento é o serviço de quem chega calmo, só querendo prevenir. Estas são as quatro perguntas que costumam trazer alguém até aqui.
Você quer saber em que ano cada regra passa a valer para o seu caso.
Você quer comparar quanto muda o valor se esperar mais um ou dois anos.
Você teve exposição a agente nocivo e não sabe se isso está contado.
O seu extrato tem período faltando e você quer resolver antes de pedir.
É um trabalho de análise, não um pedido. Ao final você tem os cenários escritos, e a decisão continua sendo sua.
Todos os trabalhos, com e sem registro, períodos como autônomo, contribuição em atraso, serviço militar, atividade rural e exposição a agente nocivo. Nada disso aparece sozinho no sistema.
O extrato é conferido contra carteira de trabalho, carnês, holerites e PPP. Erro encontrado agora é erro que dá para corrigir antes do pedido, o que é bem mais simples do que discutir depois da concessão.
Regra geral e regras de transição são calculadas lado a lado, cada uma com a data em que você cumpre os requisitos e com o valor projetado. É aqui que aparece o custo real de pedir cedo demais.
Você recebe a comparação e o que pode ser feito no intervalo, como regularizar período em aberto ou continuar contribuindo em determinada faixa. Quando chegar a data, o pedido já sai com a documentação pronta.
O planejamento em si é um trabalho de análise e não depende de fila do INSS, então o tempo é o da coleta e da conferência dos documentos. Quando o extrato está completo, a comparação de cenários sai em poucos dias. O prazo cresce quando é preciso buscar documento antigo, pedir PPP a empresa que já fechou ou reunir prova de atividade rural. Esse é justamente o motivo de fazer o planejamento antes e não na véspera do pedido.
Sobre documento, comece por identidade, CPF, carteira de trabalho e o extrato do CNIS, que sai pelo Meu INSS. Carnês de contribuição, holerites antigos, PPP e LTCAT das empresas com exposição a agente nocivo e certidões de tempo de serviço entram conforme o caso. Você não precisa ter tudo em mãos para a primeira conversa: se faltar algum, eu digo onde ele é obtido.
Dr. João Emídio Rodrigues, OAB/SP 372.010, é advogado há 17 anos, com a advocacia previdenciária como atuação principal do escritório e formação anterior em gestão de departamento pessoal. Documento de folha, recolhimento e PPP são leitura de rotina, e é isso que um planejamento exige.
O trabalho é de conferência e comparação, com o resultado escrito e explicado em linguagem que você entende. Se o cenário mostrar que esperar não compensa, você ouve isso também. O escritório fica no Bosque, região central de Campinas, e o atendimento continua on-line para quem está em outra cidade ou estado.
Atendimento presencial na Rua Luzitana, 201, sala 06, no Bosque, região central de Campinas, e on-line para todo o Brasil. Segunda a sexta, das 09h00 às 18h00, e sábado até as 14h00, no escritório da Rua Luzitana, 201, sala 06, no Bosque. Quem prefere resolver de casa envia os documentos pelo WhatsApp e conversa por vídeo.
Perguntas frequentes de quem quer decidir a data da aposentadoria com informação.
É uma análise em três etapas. Primeiro se apura o tempo real de contribuição, conferindo o CNIS contra os seus documentos. Depois se simulam as regras aplicáveis ao seu caso, cada uma com a data em que você cumpre os requisitos e com o valor projetado. Por fim vem a recomendação: qual cenário faz mais sentido e o que dá para fazer no intervalo até lá. O resultado é um documento, não um pedido no INSS.
Honorário de advogado não é anunciado como preço de produto, e por isso não existe tabela publicada aqui: é o que o Código de Ética da OAB determina. O que dá para explicar é o que faz o trabalho variar. Um histórico curto, todo com registro em carteira e com CNIS completo, é uma análise; um histórico com trinta anos de vínculos, períodos rurais, tempo especial e documento a recuperar é outra. As condições são conversadas caso a caso, depois da leitura dos documentos.
Dá para começar sozinho, e vale a pena: baixe o extrato do CNIS pelo Meu INSS e confira vínculo por vínculo contra a sua carteira de trabalho, procurando período faltando e salário divergente. O simulador do próprio INSS dá uma ideia de data. O que ele não faz é reconhecer tempo especial, período sem registro, atividade rural e contribuição em atraso, nem comparar o valor entre as regras, que é onde a decisão realmente muda.
Quanto mais cedo, mais opções. Cinco anos antes da data prevista é um intervalo confortável, porque ainda dá tempo de corrigir extrato, recuperar documento e ajustar a forma de contribuir. Feito na véspera do pedido, o planejamento vira apenas conferência: o que estiver errado terá que ser discutido depois, com o benefício já concedido, o que é sempre mais demorado.
Nesse caso o serviço é outro. Depois da concessão, o caminho é a revisão do benefício, que confere se o cálculo e o tempo considerado estão corretos, respeitado o prazo legal de dez anos contado do primeiro pagamento. O planejamento existe para a decisão que ainda não foi tomada, e a revisão para a que já foi.
Ficou uma dúvida que não está aqui? Chame no WhatsApp e eu respondo.
Você manda o extrato do CNIS, eu comparo os cenários e digo o que muda em cada data. Atendimento presencial em Campinas e on-line para todo o Brasil.
Rua Luzitana, 201, sala 06, Bosque, Campinas, SP. Segunda a sexta, 09h00 às 18h00. Sábado, 09h00 às 14h00. Atendimento on-line para todo o Brasil.